A história de Andrew Robertson e Vincent Kompany vem de longe.
Hoje em dia, Andrew Robertson é um jogador reconhecido mundialmente, não só por ser o titular indiscutível da lateral esquerda do Liverpool, mas também por capitanear a seleção escocesa.

Um encontro despretensioso em Hampden Park
Mas nem sempre a vida sorriu para Andrew.
life at this age is rubbish with no money #needajob
— Andy Robertson (@andrewrobertso5) August 18, 2012
A certa altura, quando ainda jogava no seu país natal, na terceira divisão como amador ao serviço do Queen’s Park, Robertson também distribuía match programmes em Hampden Park — os famosos guias com toda a informação de cada jogo, vendidos no Reino Unido antes de cada partida.
Numa entrevista recente ao Guardian, Andrew contou que em 2013, quando a seleção belga visitou Glasgow para defrontar a seleção escocesa, foi incumbido de acompanhar o lesionado Kompany até ao seu lugar. Entregou-lhe o guia e tirou uma selfie com o gigante central — que provavelmente o capitão do Manchester City e da seleção belga nem se deveria lembrar.

A rápida ascensão do lateral escocês
Depois começaria a rápida ascensão do lateral esquerdo. No final da época assinaria pelo Dundee, onde receberia a primeira convocatória para a seleção principal do seu país. Seguiu-se a mudança para Inglaterra, onde esteve três anos no Hull City, e por fim a chegada ao Liverpool, com quem atingiu a final da Liga dos Campeões em 2018.
Mas no dia 7 de setembro de 2018, cinco anos depois de levar Kompany ao seu lugar, houve um novo reencontro em Hampden Park — desta vez, cada um no onze inicial, ambos a capitanear as suas seleções. Os belgas acabariam por vencer por esclarecedores 4-0.
Como o Football Manager já via nele um craque
Kompany viria depois a afirmar que se lembrava perfeitamente da foto tirada com Andrew, e que já conhecia a sua história inspiradora, por ter seguido a sua carreira. O Football Manager ajudava a que tal fosse possível, já que o lateral escocês era uma das suas compras obrigatórias no jogo — ainda antes de assinar pelo Hull.
“Às vezes vemos pessoas e lembramo-nos logo da cara ou dos momentos que aconteceram. Ele provavelmente não sabe, mas eu recordo-me dele. Antigamente contratava-o porque era muito difícil encontrar bons laterais esquerdos. Apostei nele e correu bem!”




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