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Publicado em: 3 Setembro por: FMPortugal

Pesquisa Portuguesa na Imprensa: Bruno Gens Luís na Bancada.pt

A história de uma das pessoas que está por trás do Football Manager

O Visto da Bancada de hoje é especial. De certeza que conhece o Football Manager. Um dos simuladores de futebol mais desejado em todo o mundo. São gerações e gerações de jovens viciados num jogo que mexe com qualquer amante do desporto rei. Pois bem. Hoje partilhamos consigo a história de Bruno Gens Luís, o Coordenador de Observação do Football Manager em Portugal. É verdade. Há uma série de pessoas atrás de todos aqueles dados que nos entram pela casa dentro quando nos ligamos ao jogo. O Bruno é apenas uma delas e aceitou o convite do Bancada. É por isso comum que Bruno viaje em missões de observação. Pois. É que para reunir todos aqueles dados que fazem do FM um dos jogos mais aproximados à realidade é necessário fazer observação a sério. Mas Bruno não colabora apenas com o Football Manager. O jovem trabalha também com vários clubes e agências de jogadores, digamos que é um freelancer no mundo do scouting. E foi isso que Bruno foi fazer ao Brasil em março de 2016. “Estava em São Paulo a observar jogos do Campeonato Estadual (Paulista) e um desses jogos era o Palmeiras-RB Brasil”, começou por dizer Bruno ao Bancada. “Devo confessar que, desde que me lembro se seguir o futebol brasileiro sempre torci pelo Palmeiras. Na altura, em 1994, a equipa era composta por Rivaldo, Roberto Carlos, Zinho, Mazinho, Amaral(ex Benfica), Flávio Conceição, César Sampaio, Rincón, Antônio Carlos, Evair ou mesmo pelo Gil Baiano (ex Sporting), e sempre gostei de os seguir”, recordou. “Foi sempre um desejo meu poder assistir a um jogo do Palmeiras ao vivo e em 2016 tive essa oportunidade”. Mas calma as coisas não iam ser tão fáceis como pode estar a imaginar. “Pensei que o jogo se ia realizar no imponente e recém-construído Allianz Parque. Mais. Pensei que podia ver ao vivo o Gabriel Jesus (na altura ainda no Palmeiras). Mas não foi bem assim que aconteceu. Nem entrei no Allianz Parque nem vi jogar o Gabriel Jesus.” “Chego eu todo contente ao Allianz para tratar dos bilhetes e dizem-me que o estádio estava alugado para um concerto que iria acontecer no recinto (até estar pago, as construtoras alugavam o recinto para espetáculos), então o jogo tinha sido transferido para o Municipal Paulo Machado de Carvalho, ou, como é conhecido, o Pacaembú. Não posso dizer que fiquei a perder, porque é um dos grandes palcos do futebol mundial.” Com a segurança não se brinca e Bruno recorda o aparato montado em torno do jogo: ” Chego ao estádio cerca de uma hora antes do início e aquilo parecia uma parada militar. Cavalaria e polícia de choque por todo o lado, armados até aos dentes.” “Sento-me calmamente nas bancadas, sem lugares marcados, e fico a observar o centro do terreno, onde estavam as mascotes Palmeirenses. Uma pessoa vestida de Periquito e o “Porcão” dirigível, isto é, uma espécie de balão de ar quente em forma de Porco, controlado por um controlo remoto. De repente vem uma rajada mais forte de vento e leva o enorme dirigível para fora do estádio, fica o estádio inteiro na risota enquanto dezenas de ajudantes de campo corriam para fora do estádio na tentativa de resgatar o dirigível antes que fosse levado para longe. “Escuto um adepto a dizer ‘com as arquibancadas quase vazias e o time jogando mal é normal nem a mascote querer ficar em campo’. Poucos minutos depois, a mascote estava de volta. “Sobre o jogo, o Gabriel Jesus não jogou porque tinha sido chamado de emergência à seleção principal, o Palmeiras perdeu o jogo por 1-2, com golo do Alecsandro (ex Sporting) num jogo que também atuaram o Fernando Prass (ex Leiria) pelo Palmeiras e Rafael Costa (Moreirense) e Luan(ex Gil Vicente) pelo Red Bull  Brasil.” Texto original na Bancada.pt 
 

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